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Rastreamento de cargas

Rastreamento de cargas: como fazer de forma eficiente? 

O rastreamento de cargas é um processo vital na logística moderna, permitindo o monitoramento preciso do trajeto e da localização de mercadorias em trânsito.  

Utilizando tecnologias como GPS e RFID, empresas acompanham o movimento das cargas em tempo real, garantindo eficiência e segurança.  

Além de otimizar a gestão de estoque e reduzir riscos de perda ou roubo, o rastreamento também oferece visibilidade aos clientes, melhorando a experiência de entrega.  

Dessa forma, em um mundo onde a precisão e a transparência são essenciais, investir em sistemas de rastreamento é fundamental para o sucesso das operações logísticas.  

Quer saber mais sobre as últimas tendências e desafios no rastreamento de cargas? Continue a leitura! 

Como funciona o rastreamento de cargas? 

O rastreamento de cargas geralmente funciona por meio da integração de tecnologias como GPS (Sistema de Posicionamento Global), RFID (Identificação por Radiofrequência) e sistemas de comunicação sem fio.  

Cada item a ser rastreado é equipado com um dispositivo que emite sinais identificáveis. Esses dispositivos são instalados em veículos de transporte ou nas próprias embalagens das mercadorias. 

Quando em trânsito, esses dispositivos enviam continuamente sinais que são captados por antenas receptoras ou satélites, dependendo do tipo de tecnologia utilizada. Esses sinais são, então, transmitidos para sistemas de gestão logística, onde as informações são processadas e exibidas em tempo real para os operadores. 

Por meio de plataformas online ou aplicativos móveis, os usuários podem acessar informações sobre a localização atual da carga, sua rota, horários estimados de chegada e eventuais desvios ou problemas no percurso.  

Além disso, alguns sistemas permitem o monitoramento de condições específicas da carga, como temperatura e umidade, garantindo a integridade de produtos sensíveis. 

Em resumo, o rastreamento de cargas funciona através da interação entre dispositivos de rastreamento, tecnologias de comunicação e sistemas de gestão, proporcionando visibilidade e controle sobre o fluxo de mercadorias ao longo de toda a cadeia logística. 

Quais são os tipos de rastreamento? 

Existem vários tipos de rastreamento de cargas, cada um com suas características específicas e aplicabilidades. Alguns dos principais tipos incluem: 

  • Rastreamento por GPS (Global Positioning System):  

Utiliza sinais de satélite para determinar a localização precisa de veículos e cargas em tempo real. É uma das formas mais comuns de rastreamento e oferece ampla cobertura em áreas abertas. 

  • Rastreamento por RFID (Radio-Frequency Identification):  

Usa tecnologia de radiofrequência para identificar e rastrear itens por meio de tags eletrônicas. É útil para o rastreamento de itens individuais dentro de instalações ou áreas específicas. 

  • Rastreamento por sensores de temperatura e umidade:  

Monitora as condições ambientais das cargas, especialmente para produtos sensíveis que exigem controle rigoroso da temperatura e umidade durante o transporte. 

  • Rastreamento por câmeras e sensores de imagem:  

Permite a visualização em tempo real do interior de contêineres ou veículos de transporte, ajudando na segurança e na identificação de problemas durante o trajeto. 

  • Rastreamento por geofencing:  

Define áreas geográficas virtuais e emite alertas quando um veículo ou carga entra ou sai dessas áreas pré-determinadas, sendo útil para controle de rota e segurança. 

  • Rastreamento por código de barras e QR codes:  

Utiliza códigos impressos em embalagens ou documentos para identificar e rastrear as cargas ao longo da cadeia de suprimentos. 

3 vantagens do rastreamento de cargas 

Basicamente, o rastreamento de cargas não é apenas uma ferramenta de monitoramento, mas sim uma estratégia fundamental para melhorar a segurança, eficiência e satisfação do cliente em operações logísticas. Confira, abaixo, três das suas principais vantagens.  

Maior segurança e redução de riscos:  

O rastreamento de cargas é essencial para garantir a segurança das mercadorias durante o transporte.  

Ao monitorar constantemente a localização e o status das cargas, as empresas podem identificar imediatamente qualquer desvio ou situação de risco, como tentativas de roubo, extravio ou danos.  

Isso permite uma resposta rápida e eficaz, seja notificando as autoridades competentes ou ajustando as rotas para evitar áreas de perigo.  

Além disso, a capacidade de rastrear as cargas aumenta a responsabilidade e a prestação de contas de todas as partes envolvidas na cadeia de transporte. 

Eficiência operacional:  

O rastreamento de cargas oferece insights valiosos sobre o desempenho logístico das empresas.  

Ao analisar os dados coletados durante o transporte, as organizações podem identificar padrões, gargalos e oportunidades de melhoria em suas operações. Isso permite ajustes estratégicos, como a otimização de rotas, a programação de entregas mais eficientes e a redução de tempos de espera em armazéns e centros de distribuição.  

Como resultado, os processos logísticos se tornam mais ágeis, econômicos e sustentáveis. 

Melhoria da experiência do cliente:  

No mundo atual, os consumidores esperam transparência e conveniência em suas experiências de compra.  

O rastreamento de cargas atende a essas expectativas, fornecendo aos clientes informações precisas sobre o status e a localização de seus pedidos.  

Isso não apenas tranquiliza os clientes quanto ao progresso de suas entregas, mas também permite que eles se planejem melhor, evitando a espera desnecessária.  

Além disso, em caso de problemas ou atrasos, as empresas podem comunicar proativamente seus clientes, gerenciando expectativas e demonstrando compromisso com o serviço de qualidade. 

Monitoramento x rastreamento: entenda a diferença 

Esses são termos frequentemente utilizados na logística e no transporte de cargas, mas têm significados distintos: 

Monitoramento: refere-se à observação contínua e análise de diferentes aspectos de um processo ou sistema. No contexto logístico, o monitoramento pode envolver o acompanhamento de várias etapas da cadeia de suprimentos, desde a coleta e embalagem das mercadorias até a entrega final ao cliente.  

Isso pode incluir o controle de estoque, o acompanhamento do fluxo de mercadorias nos armazéns, o gerenciamento de frota de veículos e o monitoramento das condições ambientais das cargas, como temperatura e umidade. 

Rastreamento: envolve a localização em tempo real e o acompanhamento do movimento de objetos, como veículos, mercadorias ou ativos, ao longo de sua jornada.  

O rastreamento é realizado por meio de tecnologias como GPS, RFID e sistemas de comunicação sem fio, que permitem que as empresas determinem a localização precisa das cargas em trânsito.  

Dessa forma, o objetivo é fornecer visibilidade e controle sobre as mercadorias, ajudando a garantir sua segurança, otimizar rotas de transporte e melhorar a eficiência operacional. 

Em síntese, enquanto o monitoramento se refere à observação e análise de processos e sistemas, o rastreamento é mais específico e envolve a localização e acompanhamento em tempo real de objetos ou ativos.  

Porém, ambos são essenciais para a gestão eficaz da cadeia de suprimentos e logística, permitindo que as empresas identifiquem oportunidades de melhoria, tomem decisões informadas e ofereçam um serviço de qualidade aos clientes. 

Como otimizar o rastreamento de cargas com o TMS Datamex? 

Com o TMS da Datamex você consegue disponibilizar aos seus clientes o recurso de rastreamento de cargas online via web. Nele é possível visualizar todos os eventos relacionados as suas cargas.  

Se preferir, ainda, o sistema pode enviar automaticamente por e-mail aos envolvidos no processo, todos os registros completos de cada operação com data, hora e ocorrências de transporte. 
 
Quer saber mais sobre o nosso TMS? Entre em contato conosco.  

TMS

O guia completo sobre TMS 

Em um cenário empresarial cada vez mais dinâmico, a eficiência no transporte de mercadorias não é apenas importante, mas essencial.  

Afinal, o desperdício de tempo com planilhas extensas e processos manuais pode prejudicar significativamente a velocidade das operações.  

É aqui que entra o Transportation Management System (TMS), uma solução estratégica, que oferece resposta eficaz para redução de custos, aprimoramento da visibilidade da cadeia de suprimentos e a elevação da experiência do cliente.  

Se você ainda não está familiarizado com esse sistema revolucionário, continue a leitura para entender todas as suas funcionalidades essenciais e compreender também o seu papel crucial na conformidade com regulamentações. 

Se o objetivo é transformar suas operações logísticas e garantir um diferencial competitivo, continue a leitura! 

O que é um TMS?  

Um Transportation Management System (TMS) é um sistema de gerenciamento que oferece suporte à gestão eficiente de atividades relacionadas ao transporte de mercadorias.  

Projetado para otimizar operações logísticas, o TMS abrange desde o planejamento e a execução de transporte até o monitoramento e análise pós-entrega.  

Suas funcionalidades incluem roteamento de fretes, consolidação de carga, escolha de modais de transporte, rastreamento de envios, emissão de documentos, e muito mais. 

Em síntese, o principal objetivo do TMS é melhorar a eficiência, reduzir custos e aprimorar a visibilidade da cadeia de suprimentos.  

Além disso, ao automatizar processos e fornecer insights em tempo real, o TMS capacita as empresas a tomar decisões mais informadas, melhorando a qualidade do serviço e a satisfação do cliente.  

Sendo assim, essa ferramenta é essencial para empresas que buscam aprimorar suas operações logísticas em um ambiente de negócios dinâmico e competitivo. 

Como funciona um sistema TMS?  

Basicamente, um sistema de gerenciamento de transporte bem estruturado é a chave para evitar esses transtornos, oferecendo funções essenciais para o funcionamento eficiente do negócio.  

Sendo assim, dentro de um TMS, é possível realizar diversas ações. Por exemplo: 

  • Comercial: emissão de cotações de frete e controle e organização total de fechamento dessas cotações.  
  • Planejamento: controle de orçamentos, análise de variáveis, elaboração de orçamentos de transporte e rotas, cálculos de dimensões de equipamentos e renovação da frota. 
     
  • Custos: visualização dos custos operacionais e de manutenção. 
     
  • Controle de estoque: gestão de produtos, pedidos, compras, movimentações, entre outros. 
     
  • Financeiro: organização da rotina de Contas a Pagar e a Receber e faça a emissão de documentos como a NFe e a NFS-e, por exemplo.  
     
  • Gestão de frota: controle de abastecimentos e médias de consumo de combustível, registro de treinamentos, licenças e habilitações de operadores e motoristas e mais 
     
  • Rotina de transportes: requisição de transporte, registros de notas fiscais, cadastro de clientes, ordens de coleta, emissão de CTe, MDFe, faturas de cobrança dos clientes e mais. 
     

Continue a leitura para explorar essas inovações. 

Como um TMS beneficia as empresas? 

Um TMS beneficia as empresas de várias maneiras, proporcionando melhorias significativas nas operações logísticas. Com isso, alguns dos principais benefícios são: 

Redução de custos: 

O TMS ajuda a otimizar rotas, consolidar cargas e melhorar a eficiência geral do transporte, resultando em redução de custos operacionais. 

Eficiência operacional: 

Automatizando processos, o TMS aumenta a eficiência operacional ao eliminar tarefas manuais demoradas, minimizando erros e acelerando o ciclo de transporte. 

Visibilidade da cadeia de suprimentos: 

Fornecendo informações em tempo real sobre o status das remessas, o TMS melhora a visibilidade da cadeia de suprimentos, permitindo uma tomada de decisão mais rápida e informada. 

Melhoria na qualidade do serviço: 

Com recursos como rastreamento em tempo real e comunicação eficiente, as empresas podem oferecer um serviço de alta qualidade aos clientes, melhorando a satisfação e a fidelidade. 

Conformidade com regulamentações: 

O TMS ajuda as empresas a cumprirem regulamentações locais e internacionais, gerenciando aspectos como tempos de direção de motoristas e requisitos alfandegários. 

Tomada de decisão estratégica: 

Oferecendo análises detalhadas e relatórios sobre as operações de transporte, o TMS capacita as empresas a tomar decisões estratégicas baseadas em dados precisos. 

Integração com outros sistemas: 

A capacidade de integrar o TMS a outros sistemas, como ERP e WMS, permite uma abordagem holística para gerenciar todas as operações comerciais. 

Adaptação a mudanças no nercado: 

O TMS permite uma resposta ágil a mudanças nas condições do mercado, garantindo que as empresas se ajustem rapidamente a novas demandas e desafios. 

Sustentabilidade: 

A otimização de rotas e a redução de emissões de carbono são aspectos que contribuem para práticas mais sustentáveis, alinhando-se a preocupações ambientais. 

Competitividade: 

Ao aprimorar a eficiência, a qualidade do serviço e a capacidade de adaptação, o TMS confere às empresas uma vantagem competitiva no mercado. 

Em resumo, esse sistema é uma ferramenta estratégica que não apenas simplifica as operações logísticas, mas também agrega valor substancial às empresas, ajudando-as a enfrentar os desafios do ambiente empresarial moderno de maneira mais eficaz. 

TMS x WMS: quais as diferenças? 

O Transportation Management System (TMS) e o Warehouse Management System (WMS) são sistemas distintos, cada um focado em aspectos específicos da cadeia de suprimentos. Dessa forma, as principais diferenças entre eles são: 

Objetivo principal: 

TMS: tem como principal objetivo otimizar as operações relacionadas ao transporte de mercadorias. Assim, gerencia atividades como planejamento de rotas, consolidação de carga, execução de transporte e rastreamento. 

WMS: concentra-se na gestão eficiente de operações de armazém. Assim, suas funções incluem controle de inventário, recebimento, armazenamento, separação de pedidos, embalagem e expedição. 

Âmbito de atuação: 

TMS: atua principalmente nas operações de transporte entre locais, coordenando o movimento de mercadorias de um ponto a outro, seja por via terrestre, marítima, aérea ou ferroviária. 

WMS: concentra-se nas atividades dentro dos armazéns e centros de distribuição, gerenciando o estoque, as movimentações de produtos e as operações relacionadas ao armazenamento. 

Funcionalidades específicas: 

TMS: inclui funcionalidades como roteamento otimizado, consolidação de carga, seleção de modais, rastreamento de envios e gestão de documentação relacionada ao transporte. 

WMS: oferece recursos como controle de estoque em tempo real, alocação eficiente de espaço no armazém, gestão de pedidos, monitoramento de prateleiras e automação de processos internos. 

Fases da cadeia de suprimentos: 

TMS: atua predominantemente nas fases de planejamento, execução e monitoramento do transporte de mercadorias. 

WMS: foca nas fases relacionadas ao armazenamento, recebimento, manipulação e expedição de produtos dentro dos armazéns. 

Integração com outros sistemas: 

TMS: pode ser integrado a sistemas mais amplos, como ERP, para uma gestão mais abrangente da cadeia de suprimentos. 

WMS: geralmente, também é integrado a sistemas como ERP para garantir uma visão holística das operações comerciais. 

Benefícios gerais: 

TMS: reduz custos de transporte, melhora a eficiência operacional, aumenta a visibilidade da cadeia de suprimentos e contribui para a conformidade regulatória no transporte. 

WMS: aprimora a precisão do inventário, acelera processos de recebimento e expedição, otimiza o espaço do armazém e reduz erros operacionais. 

Embora TMS e WMS tenham propósitos distintos, a integração eficaz entre eles é essencial para uma gestão global eficiente da cadeia de suprimentos, desde o armazenamento até a entrega final.  

Essa integração permite uma visão completa e coordenada de todas as atividades logísticas. 

Por que o TMS da Datamex é a melhor opção? 

Está em busca de uma solução para otimizar a gestão de transportes da sua empresa?  
 
O TMS Datamex oferece uma solução bastante abrangente e totalmente baseada na web, permitindo acesso remoto de qualquer local e facilitando as operações para transportadoras e operadores logísticos que mantêm diversas filiais. 

Além disso, nosso sistema incorpora ferramentas essenciais, como emissor CTe, gestão financeira e gestão de frotas, consolidadas em um pacote que apresenta uma excelente relação custo-benefício.  
 
Ou seja, você consegue fazer a gestão de transportes de forma completa e flexível, com pacotes que se atendem as suas necessidades. 

Comece agora a ter um maior controle operacional e aprimore o desempenho da sua operação! Não perca tempo e entre em contato conosco. 

ad valorem conheça essa taxa sobre o frete

Ad Valorem: saiba o que é, como calcular e muito mais!

O frete de uma operação de transporte inclui uma grande série de custos, sendo fundamental que os profissionais do ramo se aprofundem no assunto e entendam os principais conceitos que ele envolve, como o Ad Valorem. Essa é uma taxa incluída no frete que deve ser usada pelas transportadoras para minimizar seus riscos e evitar prejuízos financeiros.

Não sabe o que significa esse conceito? Neste artigo respondemos as principais questões sobre o assunto, como o conceito desta taxa, sua funcionalidade, como calculá-lo, como verificar seu valor, qual é um exemplo prático dessa conta, a diferença entre Ad Valorem e GRIS, entre outros tópicos importantes.

Confira!

O que é Ad Valorem?

O Ad Valorem também é chamado de “frete valor”, que vem do latim “conforme o valor” e trata-se de uma taxa calculada por uma porcentagem do valor da mercadoria. Sua finalidade é a de cobrir os custos de seguro e salvaguardas enquanto a carga estiver sob a responsabilidade da transportadora.

Geralmente ela é usada quando o embarcador (dono do produto e contratante do frete) não tem o seguro da carga ou a apólice não assegura a mercadoria enquanto ela está com a transportadora. Nessa hipótese, pode-se contratar uma seguradora para proteger a empresa de transporte contra os riscos e repassar os custos do seguro para o contratante do frete.

Para que serve essa taxa?

A lei brasileira afirma que a transportadora é responsável pela carga que movimenta. Eventuais perdas — como roubos, furtos, acidentes, abalroamentos — que podem ocorrer no transporte deverão ser custeadas pela empresa.

Para que a transportadora consiga garantir sua sobrevivência no mercado, será necessário encontrar meios para minimizar os prejuízos causados por eventuais problemas na sua operação. As medidas aplicadas para prevenir os danos financeiros — como contratar seguro de carga — são calculadas e embutidas na taxa Ad Valorem.

Ressalta-se que, além do seguro, a taxa Ad Valorem deverá incluir outros custos necessários para reduzir os riscos da atividade de transporte.

Como calcular o Ad Valorem ?

Geralmente o percentual varia entre 0,03% e 0,40%, sobre o valor da nota fiscal, mas o cálculo dessa taxa dependerá de diversas características da empresa, da carga e da operação, pois devem ser considerados todos os fatores que geram riscos de danos à carga e as medidas para resguardá-la, o que pode aumentar ou diminuir o valor da taxa Ad Valorem.

Entre as variáveis que devem ser consideradas no cálculo dessa taxa estão:

  • distância do trajeto: destinos que estejam muito longe aumentam a probabilidade de problemas na estrada, já que a transportadora levará mais tempo para concluir a entrega;
  • peso e volume da carga: quanto menor for o peso e volume da carga, mais fácil será roubar ou furtá-la. Por isso mercadorias leves aumentam o valor da taxa;
  • características regionais: há locais que apresentam alto índice de roubos e acidentes, o que também eleva a taxa;
  • manuseio da carga: quando as cargas são mais frágeis e precisam de cuidados especiais no carregamento, descarregamento ou traslado, há mais chances de ocorrer problemas.

A Associação Nacional de Transporte de Carga e Logística (NTC&Logística) desenvolveu um Manual de Cálculo de Custos e Formação de Preços do Transporte Rodoviário de Cargas, que poderá funcionar como base no momento de definir o Ad Valorem.

Emissor de CTe com CIOT e EDI

Qual é um exemplo prático de cálculo dessa taxa?

Imagine que uma transportadora seja contratada para movimentar remédios que tenham um valor um tanto elevado, a carga necessite de cuidados especiais, seu peso seja elevado e a distância percorrida grande. Veja um exemplo da relação dos riscos com a taxa de Ad Valorem:

  • valor na nota fiscal: R$ 100 mil;
  • peso: 500 quilos;
  • distância: 600 quilômetros;
  • requer cuidados especiais: sim;
  • probabilidade de roubos: alta;
  • percentual do Ad Valorem: 0,40%;
  • tarifa Ad Valorem: R$ 400,00 (100 mil*0,40%).

Agora imagine que a mercadoria transportada seja lixo hospitalar, porém a carga tenha o mesmo peso e a distância percorrida seja idêntica:

  • valor na nota fiscal: R$ 2 mil;
  • peso: 500 quilos;
  • distância: 600 quilômetros;
  • requer cuidados especiais: não;
  • probabilidade de roubo: baixa;
  • percentual Ad Valorem: 0,20%;
  • tarifa Ad Valorem: R$ 4,00.

Como o valor do lixo hospitalar é menor, o risco de roubo é pequeno e não é preciso ter cuidados especiais no seu manejo, é justo reduzir o percentual do Ad Valorem, bem como cobrar um valor baixo pelo serviço.

Qual é a sua diferença entre Ad Valorem e o GRIS?

O custo de Gerenciamento de Riscos (GRIS) se trata de uma taxa aplicada pelas transportadoras e se refere ao valor incluído no frete para cobrir as despesas relacionadas à segurança, como:

  • custos pelas medidas de combate ao roubo de cargas;
  • prevenção de risco, como segurança patrimonial de instalações;
  • rastreamento de veículos;
  • diminuição ou diluição dos riscos;
  • transferência de riscos;
  • mão de obra para essas atividades.

O GRIS também é um percentual calculado sobre a Nota Fiscal, mas consiste em uma parte integrante do Ad Valorem, que é uma taxa mais ampla e envolve outros custos, como o uso de veículos especiais, escoltas etc.

Qual é a melhor forma de calcular o Ad Valorem?

Como a precificação de fretes é uma atividade bastante complexa, recomendamos pensar em formas de simplificar o procedimento. No caso do Ad Valorem, a transportadora pode estipular uma taxa única para todas as entregas, independentemente do cliente e tipo de carga.

Por exemplo, se a grande maioria das entregas realizadas pela transportadora for de eletrônicos para clientes de e-commerce e medicamentos para estabelecimentos médicos, é viável fazer uma média das taxas e cobrar um único percentual para todas as operações, ou então estabelecer uma taxa por tipo de carga.

Isso aumenta a eficiência dos procedimentos internos do negócio, pois reduz os custos administrativos e diminui o tempo gasto para calcular a taxa.

Outra dica relevante para calcular o Ad Valorem corretamente é utilizar um software de gestão para empresas de transporte (TMS) que disponibilize informações completas sobre as operações de transporte, e que permita configurar previamente as regras de cálculo definidas pela sua empresa, evitando que você deixe de considerar algum aspecto importante no cálculo das taxas a cada frete.

É fundamental que o cálculo dessa taxa esteja associado às estratégias da empresa, já que essa taxa traz mais segurança à transportadora e minimiza os prejuízos com riscos das operações de transporte, o que melhora a taxa de sobrevivência e o desenvolvimento do negócio.

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dicas para vender mais frete em sua transportadora

8 dicas para vender mais frete em sua transportadora

Uma das dúvidas mais frequentes em uma transportadora é a seguinte: como vender mais frete? Esse questionamento é bastante pertinente, afinal de contas, as empresas precisam vender para obterem receitas, lucrarem e, consequentemente, continuarem as atividades e crescerem no mercado. Essa realidade não é diferente em relação às transportadoras, e a venda do frete é a principal atividade nesses tipos de organizações.

Você está interessado em saber mais sobre esse assunto? Neste post forneceremos algumas dicas que o ajudarão a vender mais frete na sua transportadora. Acompanhe a seguir.

Como vender mais frete na transportadora?

Existem diversos fatores que contribuem para as transportadoras conseguirem vender mais frete. Entre eles estão o uso de ferramentas de cotação de fretes, adotar um software de gestão que suporte EDI, o investimento em prospecção ativa, o anúncio em catálogo de transportadores, o investimento em marketing digital, a criação de um site otimizado para os mecanismos de busca, contar com um bom sistema no processo de venda de frete e invista na transparência e rastreabilidade fácil.

Abordaremos sobre essas questões detalhadamente na sequência do post. Continue lendo!

1. Use uma boa ferramenta de cotação de fretes

Trata-se de uma dica fundamental para quem quer vender mais fretes. Um bom software para transportadora deve disponibilizar a opção do cliente contratar um módulo ou ferramenta específica para emissão e controle de cotação de fretes.

Uma boa ferramenta de cotação de fretes deve permitir que os vendedores ou gerentes de contas da transportadora cadastrem as demandas de frete, gerem as respectivas cotações, as enviem de forma padronizada por e-mail aos clientes, registrem os status de cada negociação, e após o fechamento, permitam aproveitar os dados para emissão da respectiva documentação operacional e fiscal, tais como pedido de frete, ordem de coleta, entrega e documentos fiscais.

Cabe destacar que é fundamental que o gestor da transportadora ou de cada uma de suas unidades acompanhe de perto a situação das cotações de frete e negociações através dos relatórios fornecidos pela ferramenta.

Dessa forma, podemos dizer que essa ferramenta proporciona diversos pontos positivos para as transportadoras. Entre eles estão a padronização das cotações, maior visibilidade e controle para os gestores, cotações mais rápidas e aumento do número de negócios fechados.

2. Adote um Software de Gestão de Transporte – TMS que suporte EDI com Embarcadores

Um ponto crítico para a fidelização e conquista de novos embarcadores atualmente é a comunicação rápida entre sistemas através do EDI de Transporte, a tal ponto que hoje em dia esse recurso é considerado uma exigência para contratação de transportadoras por um número cada vez maior de embarcadores no mercado.

Um bom Software de Gestão de Transporte deve suportar EDI e ter facilidade para integrar com novos embarcadores através de EDI ou Webservices, desta forma, a tecnologia será uma ponte e não um obstáculo entre a sua transportadora e os seus clientes.

Solução para Edi Proceda no Transporte

3. Anuncie em sites e catálogos de transportadores

De forma parecida com as revistas comerciais ou mesmo as listas telefônicas, nas quais as companhias fazem o anúncio dos produtos ou serviços vendidos, os catálogos de transportadores são uma ótima ideia para as empresas do setor que visam aumentar a visibilidade do negócio e, consequentemente, vender mais frete.

Além das versões impressas, esse recurso também é muito utilizado no meio on-line, no qual as transportadoras têm a possibilidade de divulgar os seus serviços junto a outras empresas da área de logística em páginas semelhantes aos murais de anúncios. Hoje em dia muitos embarcadores procuram novas transportadoras nesse tipo de catálogo.

4. Invista no marketing digital

Como os consumidores estão cada vez mais presentes na internet, o investimento em estratégias de marketing digital é essencial para qualquer negócio. As empresas que não têm presença on-line (pode ser nas redes sociais ou sites) tendem a ficar defasadas no mercado. Além disso, perderão várias oportunidades de negócio, considerando o fato de que os clientes estão presentes nesses canais.

Nesse contexto, várias ações podem ser feitas com a intenção de divulgar melhor a sua transportadora no ambiente on-line. Entre elas estão:

  • investir em publicidade segmentada por meio do Google, Facebook e Instagram;
  • promover o marketing da transportadora por meio das redes sociais;
  • utilização das campanhas de e-mail marketing;
  • desenvolvimento de opções destinadas à cotação on-line, em tempo real, no site da empresa.

5. Crie um site otimizado para os mecanismos de busca

Essa questão faz parte dos aspectos relacionados ao marketing digital, no entanto, devido à relevância do tema, destacaremos o assunto de forma separada. O desenvolvimento de um site otimizado para os mecanismos de busca é um dos principais segredos dos negócios de sucesso, inclusive das transportadoras.

Agora, você deve estar se perguntando: qual é a importância de se criar uma página otimizada para os mecanismos de busca, como o Google? Os sites de pesquisa são uma das principais origens de tráfego dos sites, pois as pessoas entram nos buscadores com a intenção de resolver um problema ou esclarecer alguma dúvida.

Existem diversas estratégias que são utilizadas com a intenção de assegurar um melhor ranqueamento nos buscadores, e muitas delas estão relacionadas com técnicas de SEO (Search Engine Optimization, traduzindo para o português significa Otimização para Mecanismos de Busca). Elas asseguram tráfego orgânico para o seu site, ou seja, não é necessário posts patrocinados para aumentar o número de visualizações na sua página.

Entre algumas práticas que são usadas estão as palavras-chave. São termos pelos quais o seu cliente tem interesse em saber mais sobre. Dessa forma, os conteúdos que abordam as palavras-chave mais procuradas e menos concorridas tendem a conseguir mais tráfego.

Outra questão que merece atenção é a otimização da sua página para a versão mobile. O site deve ter um layout amigável e que facilite o uso das pessoas nos smartphones, pois aumenta o número de indivíduos que acessam a internet por meio desses dispositivos.

6. Tenha um bom sistema de gestão como aliado

As ferramentas tecnológicas também são vitais e ajudam as organizações a venderem mais fretes. Entre elas estão o EDI. Esse sistema faz referência ao Eletronic Data Interchange ou Intercâmbio Eletrônico de Dados, traduzindo para o português. O sistema visa facilitar a comunicação de diferentes sistemas de informação.

Emissor de CTe com CIOT e EDI

Dessa forma, ficará mais fácil fazer o monitoramento e ter acesso a informações importantes, como as notas fiscais, comprovantes de entrega etc. Com isso, será possível monitorar as vendas de frete em cada mês e pensar em novas estratégias que possam melhorar os resultados.

7. Aposte na transparência e rastreabilidade fácil para os clientes

Em um mundo cada vez mais conectado, com o crescimento acelerado do comércio eletrônico, os consumidores vem demandando entregas rápidas e cada vez maior transparência e informações em tempo real para acompanhar a situação das suas cargas, e neste sentido se destacam na preferência dos embarcadores aquelas transportadoras que dispõe de aplicativos de controle de coletas e entregas, e fornecem informações atualizadas em tempo real sobre as cargas.

Neste sentido, é fundamental que as transportadoras que desejam captar novos clientes no mercado se modernizem em empreguem um app de entregas no seu dia a dia, já que podem trazer economia de tempo e dinheiro para a transportadora, tornando-a mais competitiva, além de diferenciar a sua empresa frente a concorrência.

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8. Invista também em prospecção ativa

As vendas são vitais para qualquer negócio, e no segmento de transporte e logística a competição acirrada traz a necessidade das transportadoras se manterem constantemente em busca de novos clientes para sustentar as suas operações e alavancarem o seu crescimento.

Uma ótima maneira de promover o crescimento é estabelecendo metas mensais de vendas e aquisição de novos clientes / embarcadores, portanto, a prospecção ativa (quando a empresa aborda de forma proativa novos possíveis clientes) é um caminho inevitável a ser seguido, do contrário o seu negócio pode sofrer com a estagnação ou até mesmo a perda de clientes importantes para outras empresas que estejam prospectando ativamente no mercado.

Baixe grátis e-Book Guia para aumentar as vendas em TransportadorasExistem diversos fatores que contribuem para as transportadoras venderem mais frete. É importante estar atento a essas questões, pois você poderá trabalhá-las com a intenção de melhorar os resultados e os lucros do seu negócio.

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o que é carga seca saiba mais aqui

O que é carga seca? Saiba mais aqui!

Existem diferentes tipos de cargas que precisam ser conhecidos pelos gestores de transportadoras, e cada um deles tem suas próprias características e cuidados especiais. Um dos tipos de cargas mais comuns no país é a carga seca, por isso, é importante entender as medidas que evitem problemas na sua entrega.

Leia neste post o que exatamente são as cargas secas, quais são os cuidados necessários para garantir o sucesso no seu transporte e os principais tipos de veículos para realizar essa operação. Confira!

O que é carga seca?

Aqui, estamos falando de mercadorias não perecíveis — ou seja, levam tempo para se perderem ou se deteriorarem. Elas são mais resistentes, podem ser levadas sem muitos cuidados específicos e dispensam a necessidade de refrigeração. Contudo, é preciso considerar alguns aspectos, como as condições climáticas, para que a carga não sofra danos.

Os bens que são considerados carga seca são alimentos como feijão, arroz, açúcar e óleo, além de produtos industrializados em geral. Também estão incluídos nessa categoria outros produtos, por exemplo:

  • ferragens;
  • encanamentos;
  • móveis;
  • madeiras;
  • equipamentos e materiais de construção — salvo cimento e produtos afins;
  • produtos de limpeza;
  • peças automotivas;
  • ferramentas;
  • produtos de higiene pessoal;
  • artigos de vestuário;
  • eletrodomésticos; entre outros.

A lista de itens que se encaixam nas cargas secas é ampla, sendo de interesse para diferentes setores do mercado, como as indústrias, as moveleiras, as empresas de construções civil e o comércio em geral.

Quais cuidados devem ser tomados com esse tipo carga?

Em razão de suas características, a carga seca é mais fácil de ser levada de um ponto a outro do que a viva, os congelados, os alimentos perecíveis (como frutas e legumes), as frágeis e as cargas perigosas (como gás natural, corrosivos e explosivos).

Mas ainda há determinados cuidados que devem ser tomados para assegurar que o transporte seja feito de forma segura. Entenda-os abaixo.

Proteja a carga do clima

Apesar de o clima não influenciar algumas das cargas secas, como os produtos industrializados, alguns itens mais delicados podem sofrer danos quando expostos a chuvas ou sol forte, por exemplo, os móveis de madeira.

Para que as condições climáticas não interfiram na qualidade da carga, preservando sua integridade e a satisfação dos clientes, utilize caminhões fechados e que protejam os produtos durante o traslado. Além disso, fique atento à qualidade do baú, ele precisa ter uma boa estrutura, assoalho e revestimento adequado para assegurar a proteção do produto até a entrega.

Realize o empilhamento correto

Empilhar os produtos dentro do veículo facilita o processo de transporte, carga e descarga das mercadorias. Mas é preciso que os responsáveis façam a manobra e fixação adequadamente e respeitem as características dos itens, já que pode ser necessário mais cuidado dependendo do tipo de carga seca.

Por exemplo, a carga formada unicamente por madeira é mais flexível e não precisa de cautela excessiva. Por outro lado, o empilhamento de eletrodomésticos deve ser mais bem planejado, para evitar danos à carga, já que nem todos os produtos suportam peso sobre eles.

Evite a sobrecarga do veículo

Muitas pessoas querem ocupar o máximo de espaço possível nos caminhões ao transportar uma carga que não precisa de cuidados especiais.

Esse é um importante erro a ser evitado, pois o excesso de peso aumenta a probabilidade de ocorrerem acidentes na estrada, pode gerar multas quando o caminhão passar por balanças de pesagem veicular, aumenta o gasto com combustível e causa danos ao veículo.

Portanto, conheça o peso limite de cada veículo e faça um planejamento para carregar o máximo de bens sem atingi-lo. Por exemplo, é possível alocar móveis mais pesados no caminhão, mas assim que o peso estiver próximo do limite, preencha o restante do espaço disponível com produtos mais leves.

Priorize a segurança para evitar roubos

Assim como outros tipos de cargas, as secas estão suscetíveis a roubos e furtos durante o traslado. Contudo, o risco de crimes aumenta no transporte de bens de alto valor e que podem ser facilmente levados, como alguns tipos de eletrodomésticos. Nesse cenário, uma boa alternativa para minimizar as perdas é contratar um seguro específico para isso.

Também utilize um sistema de gestão para transportadora (TMS) e integre com uma ferramenta que faça a roteirização do trajeto a ser percorrido pelo veículo. A tecnologia planejará a rota mais vantajosa para a empresa no que diz respeito à segurança e à economia.

Outros recursos úteis para a segurança são APP de Controle de Entregas e o Rastreador Veicular. Caso ele seja paralisado ou desviado do trajeto, os gestores visualizarão o ato, poderão entrar em contato com o motorista para saber o que aconteceu de errado e tomarão as medidas para auxiliá-lo.

Quais são os principais veículos para transportar carga seca?

A escolha do veículo para fazer o transporte de cargas deve considerar o tipo de mercadoria a ser transportada e o seu peso.

No caso de cargas mais leves, opte pelos caminhões menores ou VUCs (veículos urbanos de carga) que são mais fáceis de manejar nos centros urbanos. Para viagens longas e cargas mais pesadas, escolha os veículos que suportam maior quantidade de peso. Conheça algumas das opções a seguir.

Caminhão toco ou semipesado

Esse é um modelo mais curto, com dois eixos (um frontal e outro traseiro de rodagem simples). Tem comprimento máximo de 14 metros e uma capacidade média de até 8 toneladas.

Caminhão truck ou pesado

O caminhão truck é um veículo de 14 metros e três eixos (eixo duplo na carroceria). Isso proporciona melhor desempenho ao veículo e aumenta sua capacidade para até 12 toneladas.

Carreta

Essa é uma categoria de veículos com um cavalo mecânico (parte motriz), que conta com a possibilidade de ser acoplado a diferentes tipos de módulos de carga (semirreboque). Há diversos modelos que podem ser adotados pelo negócio, sendo que há opções que suportam até 25 toneladas.

Como a carga a ser levada costuma ser pesada, fique atento à manutenção do veículo. Além disso, lembre-se de que, com o apoio do TMS, é possível fazer um melhor planejamento e controle da manutenção, criar planos, verificar o histórico de consertos e mais.

Por fim, destacamos que, ainda que o transporte de carga seca seja menos complexo que outras modalidades, é necessário estar atento a todos os detalhes na atividade para evitar problemas e garantir que a operação seja feita com sucesso.

Emissor de CTe com CIOT e EDIGostou do texto? Compartilhe este post nas suas redes sociais mais usadas e mostre aos seus colegas o que é carga seca e quais são os cuidados para transportá-la!

frete cif e fob conheca os tipos de frete existentes e as diferencas entre eles

Frete CIF e FOB – Conheça as diferenças entre esses tipos de frete

Já ouviu falar do Frete CIF e do FOB? Tratam-se de diferentes tipos de fretes que impactam diretamente nos custos, responsabilidades e riscos de uma operação de transporte.

Por essa razão, para garantir o pleno desenvolvimento de uma transportadora ou empresa ligada à logística, é fundamental que o gestor conheça esses conceitos.

CIF significa Cost, Insurance and Freight (custo, seguro e frete) e FOB, Free on Board (livre a bordo), e há muitas diferenças impactantes entre esses conceitos. Quer saber quais são elas? Continue a leitura deste artigo e se aprofunde no assunto!

A importância de definir o tipo correto de frete

A gestão do frete é uma atividade que deve ser realizada com bastante cautela. O gestor precisa analisar aspectos que vão além do preço cobrado e da qualidade do serviço, caso contrário ele poderá fechar negócios que prejudicarão as finanças da empresa.

O CIF e o FOB refletem nas responsabilidades de toda uma operação de transporte, o que afeta os custos, riscos, relação com os clientes e até mesmo a tributação da atividade. Para garantir o sucesso, crescimento e até a sobrevivência do negócio é preciso entender as diferenças entre os tipos de fretes.

Os tipos de frentes e suas diferenças

De forma geral, as diferenças estão relacionadas ao custeio, cuidados com a mercadoria e formas de contratação. Entenda melhor a seguir.

Frete CIF

Nessa modalidade o frete é pago na origem e é o vendedor quem arca com os riscos e custos de toda a operação de transporte. Na prática, aquele que remete a carga (o fornecedor) deve arcar com o frete, seguros e taxas, sendo que esses valores são embutidos no preço das mercadorias vendidas e repassados ao cliente.

Como será a empresa que arcará com todos os riscos e custos do transporte, o valor do CIF costuma ser mais caro que o FOB. Entretanto, geralmente os clientes que são destinatários finais preferem esse tipo de frete, já que eles não têm conhecimentos sobre o transporte de cargas.

Diante desse fato, ele é mais favorecido nas relações de Business to Customer (B2C ou “de negócios de empresas para clientes finais”) e nas situações em que há um grande volume de remessas para vários destinatários. Essas hipóteses são comuns nos e-commerces (lojas virtuais) ou nos negócios em que há muita complexidade na organização dos fretes.

É comum que o cliente não acompanhe o transporte quando o frete é CIF, já que o processo é de responsabilidade do fornecedor. O expedidor deve usar um bom software de gestão para rastrear o status de cada entrega, permitindo que ele solucione imediatamente eventuais problemas que surjam no traslado.

Frete FOB

No frete FOB o vendedor somente é responsável pela mercadoria até o seu despacho. Ou seja, comprador deverá arcar com seus riscos e custos do transporte, tratando-se de uma opção mais favorável para os vendedores. Nesse tipo frete não está embutido o preço dos bens.

Ele é comumente utilizado nas entregas Business to Business (B2B ou “de empresas para empresas”), quando as cargas têm um grande valor agregado ou o custo do frete é excepcionalmente elevado.

Essas situações ocorrem, por exemplo, quando indústrias adquirem bens de diferentes fornecedores, bem como contratam transportadoras para coletar os itens. Outro exemplo é quando o comprador é uma empresa de comércio. Aqui eles também devem ter parcerias com transportadoras que buscam as mercadorias.

Se um cliente que é destinatário final escolher o FOB, ele deverá arcar com os custos do transporte, seguros e taxas. Um exemplo dessa situação é a opção de “Frete a Pagar”, disponibilizada pelos Correios.

Quanto ao monitoramento da entrega, esse é um processo opcional para o vendedor. Nesse caso é importante que a empresa de transporte utilize um software de rastreio de cargas que informe o comprador sobre o status das mercadorias.

Por fim, tanto no CIF como no FOB o valor do frete deve ser especificado no documento fiscal para efeito de cálculo dos tributos.

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Os diferentes modelos de contratação

Percebe-se que a escolha do tipo de frete ideal dependerá do tipo de negócio fechado entre as partes, sendo necessário entender os diferentes modelos de contratação. Confira-os abaixo.

Normal

Esse é o mais comum de ocorrer e se dá quando o mesmo fornecedor é responsável pela coleta da carga, transporte e entrega ao remetente. Não há necessidade de envolver outras pessoas e empresas no processo.

Subcontratação

A subcontratação acontece quando uma transportadora repassa a operação de transporte para outra. Imagine que uma empresa é contratada para fazer uma entrega, mas ela não conseguirá realizar o procedimento. Nesse caso, ela transfere a atividade para outra organização. Ressalta-se que a responsabilidade ainda se mantém com a primeira empresa.

Redespacho

Aqui duas ou mais transportadoras estão envolvidas no processo de entrega. Por exemplo, uma empresa efetua a coleta de materiais e, após, os transfere para outra empresa, que finalizará o transporte. Cada organização é contratada separadamente e é responsável pelas suas próprias atividades.

Redespacho intermediário

Esse tipo é similar ao anterior, mas há pelo menos 3 empresas envolvidas no transporte. Veja um exemplo:

  • empresa A (serviço normal): recolhe o material;
  • empresa B (redespacho intermediário): faz o transporte até apenas uma parte do trajeto e transfere os bens à empresa C;
  • empresa C (redespacho): finaliza a operação entregando os bens ao destino final.

Os impactos dos tipos de frete nos resultados do negócio

A responsabilidade, os custos e os riscos são elementos muito impactantes para as finanças de um negócio. Imagine uma empresa que venda para varejos e disponibilize apenas o frete CIF. Se houver clientes que prefiram trabalhar com FOB, esse último tipo de frete pode ser a melhor escolha para evitar riscos.

Além disso, os dois tipos de frete estão previstos no INCONTERMS (International Commercial Terms ou Termos Internacionais de Comércio), que são regras comerciais internacionais. Portanto, se você comercializa com empresas do exterior ou deseja expandir seus negócios de forma global, também é necessário saber fazer a escolha adequada entre o CIF e o FOB.

Saber escolher entre os tipos de fretes impacta diretamente na rotina e nos resultados do negócio. Ao conhecer mais sobre o assunto, você conseguirá fazer a opção mais vantajosa para a sua empresa, seus parceiros e clientes.

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sistema de gestão de frotas

Como um sistema de gestão de frotas pode otimizar os processos?

A gestão de frotas é uma área cujo papel vai além da parte operacional, pois cumpre função estratégica no gerenciamento dos meios de transporte e seus condutores em uma transportadora. Essa é uma atividade que envolve aspectos alguns complexos, e é fundamental implementar um bom sistema de gestão de frotas para torná-la mais eficiente, otimizada e produtiva.

Você já deve ter ouvido falar do uso da tecnologia no ramo, mas você sabe como ela funciona? Neste artigo vamos responder as suas dúvidas explicando o que é esse sistema, como ele otimiza os processos do seu negócio e, no fim, qual a melhor opção do mercado. Confira!

O que é e como funciona um sistema de gestão de frotas?

Um software ou sistema de gestão de frotas é um programa de computador desenvolvido especialmente para satisfazer as necessidades de uma transportadora ou frotista. A tecnologia é bastante ampla e permite o monitoramento dos dados de performance, resultados e planejamentos associados ao controle da frota.

Na prática, o gestor acessa um painel de controle que disponibiliza relatórios, alertas e indicadores de desempenho sobre a frota, tanto dos veículos como condutores. Várias atividades que geralmente consomem muito tempo do gestor ou colaboradores, como lançamentos e cálculo dos acertos de viagem, geração de ordens de serviço, controle do pagamento de multas, obrigações fiscais, entre outros, podem ser otimizados com um sistema de gestão de frotas.

O programa também ajuda a realizar de forma mais prática e rápida um amplo número de atividades que costumam ocupar muito tempo do gestor, como controle de médias de consumo, cálculo de acertos de viagem, rodízio de pneus, controle de abastecimentos, revisões, manutenções e muito mais.

Por fim, um bom software de gestão de frotas pode ser integrado com outras plataformas, como um software de Gestão Operacional de Transportes (TMS) e de Gestão Financeira, o que proporciona maior controle do desempenho das operações, resultados e frota.

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Como o sistema de gestão de frotas otimiza os processos de um negócio?

Os benefícios listados neste tópico decorrem da automatização do controle e da integração de diversos dados em uma plataforma. Confira-os a seguir.

Controle e registro de paradas e ocorrências

Paradas inesperadas e ocorrências podem acontecer por inúmeros motivos, como acidentes nas estradas, vias perigosas, problemas mecânicos nos veículos, entre outros riscos no transporte de carga. Entretanto, essas situações acarretam atrasos nas entregas, insatisfação dos clientes e gastos desnecessários.

Apesar de algumas paradas serem inevitáveis, é fundamental que o gestor não deixe que elas saiam do controle e minimize a possibilidade de que ocorram. O programa realiza um controle preciso e constante das paradas, registrando as razões pelas quais elas ocorreram e quais foram os custos envolvidos.

Por exemplo, ao verificar que boa parte das paradas ocorrem pela falta de manutenção, o gestor saberá quais veículos têm mais contrariedades mecânicas, bem como que precisa investir em manutenções preventivas.

Acertos financeiros em viagens e serviços

Esses acertos consistem em todos os gastos adicionais que foram necessários para realizar as viagens, como:

  • despesas das viagens: são multas, abastecimentos, manutenção etc.;
  • adiantamentos: dinheiro entregue ao motorista para fazer pagamentos necessários à viagem;
  • devoluções: compensações ao condutor se ele precisou fazer pagamentos do próprio bolso;
  • acerto com motorista: é o pagamento pelo serviço realizado. O cálculo envolve adiantamentos, descontos, entre outros valores.

O aplicativo torna o controle financeiro mais prático e seguro, pois ele realiza os cálculos e a inclusão das operações no financeiro de forma automática, registra as contas a pagar e a receber etc.

Além disso, graças à tecnologia, a empresa não incorrerá em erros de cálculo, atrasos, esquecimentos e outros problemas decorrentes de trabalhos manuais.

Controle de jornada de motoristas

Controlar a jornada dos motoristas também é crucial para ter sucesso nas entregas. Normalmente essa é uma atividade difícil, mas com a implementação de um bom software o gestor poderá acompanhar efetivamente o trabalho de cada condutor, incluindo tempo de parada de cada veículo, desvios de rota, descanso, etc.

Alertas de manutenção

Para realizar a manutenção correta, os responsáveis precisam saber o momento ideal de fazer cada manutenção, bem como a quantidade exata de peças que precisam comprar, evitar compras desnecessárias e saber negociar valores melhores.

O gestor deve elaborar um plano de manutenção preventiva eficiente, em que se objetiva reduzir ou impedir falhas e quedas no desempenho de equipamentos. Isso também diminui as paradas desnecessárias, tudo isso para aumentar a vida útil dos veículos e reduzir os seus custos de manutenção.

Essa não é uma atividade fácil, além de se tornar mais difícil conforme o negócio e a frota crescem. Mas o software de gestão emitirá alertas sobre a necessidade de manutenção de acordo com os planos de manutenção de frota preestabelecidos.

Controle dos custos

Como o sistema consolida diferentes informações do negócio em uma única plataforma, o gestor terá amplo controle sobre as contas do negócio e conseguirá minimizar os gastos da empresa, principalmente da frota por diferentes formas. Alguns controles fornecidos pela tecnologia incluem:

  • histórico de manutenção e trocas de peças;
  • gastos com combustível, regulagens e lubrificantes;
  • custos com manutenção;
  • serviços realizados com frequência;
  • multas;
  • entre outros.

Controle dos pneus

Os pneus são alguns dos componentes mais importantes para o desempenho da frota, pois eles impactam na vida útil do veículo, no gasto de combustível etc. Pela relevância de controlar esse item, é fundamental que o software contratado ofereça controles como:

  • planejamento e controle do rodízio de pneus;
  • rastreabilidade por número de fogo;
  • controle de recapagens de pneus;
  • cadastro completo dos pneus, incluindo identificação dos modelos, fabricantes, histórico de posições, quilometragem etc.

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Por que devo optar pelo Sistema de Gestão de Frotas da Datamex?

Datamex é uma empresa que disponibiliza modernos sistemas de gestão, com foco no mercado de logística, resultado de mais de quase duas décadas de experiência em soluções tecnológicas para este segmento. O seu software de gestão de frotas para transportadoras e frotistas é capaz fornecer todos os benefícios listados anteriormente, pois disponibiliza amplas funcionalidades e recursos, incluindo:

  • controle eficiente de ativos, tais como veículos leves, pesados e máquinas;
  • histórico de manutenção e troca de peças;
  • gera ordens de serviços para manutenção rapidamente;
  • dispara alertas de manutenções conforme seu plano;
  • controla uso de lubrificações e regulagens;
  • calcula acertos financeiros;
  • faz controle completo dos pneus;
  • controla e registra paradas e ocorrências;
  • controla pagamento de multas, impostos, seguros, licenciamentos etc.;
  • e muito mais.

O programa foi desenvolvido por especialistas em logística, assim ele apresenta diferenciais bastante vantajosos. Alguns deles são:

  • mobilidade: você consegue operar o site de qualquer hora e lugar, podendo ser acessado por computador, smartphone e tablet;
  • atendimento: suporte técnico especializado;
  • crescimento: são oferecidos diferentes pacotes que atendem as necessidades de pequenas, médias e grandes empresas.

A Datamex é uma organização com larga experiencia no ramo e está presente em todos os estados brasileiros e seus softwares atendem mais de 50 mil usuários.

O sistema de gestão de frotas otimiza os processos e impulsiona o desenvolvimento da transportadora de diferentes formas, mas é necessário escolher um sistema completo, bem como de uma empresa experiente, que fornece um bom suporte técnico.

Software de Gestão de Frotas

Quer aproveitar todos os benefícios de um software de gestão de frotas? Entre em contato conosco e vamos conversar sobre como a Datamex pode ajudar a melhorar os resultados da sua empresa.

data driven

Data driven: entenda como as empresas estão se adaptando a esta realidade

O data driven é um conceito fundamental na gestão moderna, já que através dele as empresas conseguem gerir com maior precisão, baseando a sua tomada de decisões em informações atualizadas, bem como podem elaborar melhores planos para o desenvolvimento do seu negócio.

Essa estratégia é parte da inteligência corporativa que pode ser aplicada em empresas de qualquer tamanho e ramo — incluindo transportadoras que queiram modernizar a sua gestão e se alinhar com a logística 4.0.

Como se trata de uma inovação capaz de transformar o seu modelo de gestão e até mesmo impulsionar o negócio à liderança do mercado, não perca a leitura deste artigo e entenda melhor seu conceito, funcionamento e objetivo, benefícios fornecidos ao aplicá-la, como ela funciona na prática e muito mais. Confira!

O que é gestão data driven e como ela funciona?

Um modelo de gestão de negócio data driven (data driven business) se utiliza de conceitos de inteligência de negócios (BI), aplicativos de gestão e painéis de gestão à vista para dar aos gestores ferramentas que possibilitem fazer análises de dados financeiros, operacionais, de frota, mercado e comercial, para avaliar aspectos internos e externos do seu negócio e assim direcionar a melhor tomada de decisões e a estruturação de planos de ação e planejamento estratégico.

Essa forma de gestão permite analisar as informações relevantes para encontrar respostas com mais exatidão e velocidade, além de otimizar os seus processos internos.

Apesar de utilizar a tecnologia a seu favor, não se trata apenas da instalação de um software na empresa, mas de uma filosofia de gestão, pois transforma a maneira como os gestores tomam decisões em seus negócios.

APP de Gestão Datamex

Qual é o objetivo do data driven?

O principal objetivo do data driven é o de potencializar o gestor, fornecendo uma melhor visão sobre os dados e informações do negócio para que ele possa qualificar a sua gestão e realizar projetos com mais assertividade, bem como ter mais segurança na tomada de decisão.

Graças às informações obtidas com a metodologia data driven, as empresas compreenderão melhor a dinâmica das suas atividades e terão um ganho qualitativo na tomada de decisões, bem como atingirão uma maior efetividade nos seus planejamentos, pois as informações coletadas trarão respostas às questões que fundamentam as decisões importantes do negócio, como:

  • Quais são os pontos fracos da empresa que precisam ser aprimorados?
  • Qual é a capacidade produtiva da minha empresa?
  • Quais são os problemas que devem ser antecipados?
  • Quais são os objetivos, metas e resultados a serem alcançados?
  • Como se destacar perante a concorrência?

Guia completo de gestão por indicadores de desempenho em transporte e logística

Quais são as vantagens da gestão data driven para as transportadoras?

Maior agilidade e assertividade na tomada de decisões

A melhoria na coleta e análise de informações proporcionada pelo modelo data driven aumenta a efetividade e agilidade das decisões, tornando-as menos subjetivas e mais lógicas. Isso se aplica às operações, gestão de projetos, negociação com fornecedores e parceiros, entre outras decisões.

Ajuda no desenvolvimento do negócio no longo prazo

Muitas empresas tomam decisões visando apenas os ganhos no curto prazo, o que pode gerar problemas futuros. Entretanto, a gestão data driven permite projetar resultados a curto, médio e longo prazo, contribuindo para sua sobrevivência e crescimento no futuro.

Maior confiabilidade no mercado

A transportadora conseguirá transmitir mais profissionalismo e melhorar sua imagem perante o mercado, entre clientes, parceiros e fornecedores, o que permite o estabelecimento de negócios mais benéficos e a longo prazo.

Bancos e instituições financeiras terão maior confiabilidade no negócio, oferecendo linhas de crédito melhores e maiores e juros menores.

Vantagem competitiva

A maioria dos negócios brasileiros ainda não implementou o data driven em seus processos, o que significa que se trata de um diferencial competitivo bastante vantajoso para sua empresa em relação às demais no mercado.

Como funciona a aplicação do conceito data driven na prática?

Para aplicar a filosofia data driven completamente, você deverá estruturar certos aspectos na empresa a fim de ter sucesso na atividade. Confira-os a seguir.

Pessoas

É importante que todos os gestores e colaboradores entendam a filosofia e utilidade do data driven para aproveitar de seus benefícios no dia a dia, tornando a sua rotina mais produtiva, simples e assertiva.

Além disso, é recomendável contar com o apoio de colaboradores especializados no assunto, sendo que o profissional ideal para isso é o Chief Data Officer (CDO ou diretor executivo de dados em português), que será o profissional responsável por organizar as visões de dados a serem disponibilizadas em cada setor, para apoiar as decisões de cada gestor e as operações de cada equipe.

Processos

O trabalho deve ser integrado entre todos os setores e colaboradores, ou seja, as informações coletadas devem ser disponibilizadas em uma plataforma cujo acesso é permitido para todos da empresa. Além disso, os processos devem ser estruturados de forma que se apoiem nos dados, eliminando as decisões empíricas e subjetivas.

Dados

É importante que as informações do negócio sejam coletadas e disponibilizadas aos colaboradores de forma online, para que as decisões sempre sejam tomadas com base em dados, e não no “achismo”.

Assets (ativos)

É fundamental que o data driven não atrase os processos do negócio, sendo preciso que a velocidade dos sites, sistemas e aplicativos, ou seja, a plataforma utilizada pela empresa e seus canais para troca de informações e outros sistemas ou acessos sejam ágeis.

Tecnologia

Embora seja possível fazer uma gestão baseada em dados, ou data driven, sem o uso de software, esta se tornaria extremamente lenta e burocrática, então temos que esta metodologia de gestão está diretamente ligada e dependente das novas tecnologias. Serão utilizadas formas eletrônicas de coletar e apresentar os dados dos diferentes setores e canais do negócio, bem como usar um sistema para transportadoras para gerar relatórios e dashboards de gestão à vista para o negócio.

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Como as empresas podem se adaptar a essa nova realidade?

O primeiro passo para isso é planejar o processo antes de implementar o método que irá coletar e exibir os dados em cada um dos setores. Após, siga os passos que serão explicados nos tópicos abaixo.

Alinhe os objetivos do negócio

Antes de montar os diversos dashboards com suas tabelas, gráficos e relatórios, defina os objetivos e metas em que se embasará a implementação do data driven. Alguns exemplos são a melhoria na tomada de decisão, maior garantia de faturamento, minimização de erros, riscos e custos etc.

Mapeie as métricas

Defina os indicadores-chave de desempenho (KPIs) que o ajudarão a medir os resultados obtidos pela adoção do data driven. Explore o máximo de métricas, colete sugestões e aplique as que forem mais adequadas para atingir os seus objetivos.

Avalie a maturidade dos dados

Estudar o nível de maturidade dos dados consiste em avaliar sua utilidade para a empresa. Nesse momento é preciso verificar como as informações coletadas se alinham às expectativas, aos objetivos e KPIs.

Neste particular chamamos especial atenção para o fato de que a empresa não deve se basear em “métricas de vaidade”, ou seja, não vale a pena exibir dados que não terão nenhuma utilidade prática para a rápida tomada de decisões em cada setor, pois estes só servirão para confundir e atrasar os processos.

Planeje a execução

Por fim, é preciso elaborar um bom planejamento de como será feita a coleta e análise de dados, como serão gerados relatórios, qual plataforma será utilizada entre outros detalhes.

Quais foram os impactos reais do data driven nas empresas mundo afora?

De acordo com os dados coletados pelo BI-Survey (Business Intelligence Survey), 40% das organizações com maior performance no mercado tomam suas decisões baseadas nas informações coletadas pela gestão data-driven.

Além disso, é possível perceber que esta já é uma forte tendência no mercado, já que os dados demostram que modelos de gestão baseados em dados (data-driven) serão excepcionalmente relevantes para a tomada de decisões para 67% (48% dos gestores atuais mais 19% dos futuros) das empresas.

Qual é a real importância da inovação em logística?

A logística é uma área que está em constante atualização e mudança, sendo que cada inovação pode gerar grandes impactos positivos ao negócio.

Os gestores que pesquisam e usam essas inovações de forma inteligente criarão um efeito em cadeia em seus processos e multiplicarão seus resultados. Além disso, você poderá estar sempre um passo a frente dos seus concorrentes quando adota tendências no ramo.

É inegável que o data driven pode trazer amplas vantagens ao seu negócio, mas essa é uma filosofia cuja aceitação pode ser difícil em uma empresa, sendo necessário conscientizar os gestores e colaboradores sobre sua importância e criar uma cultura de inovação na transportadora.

Painéis de Gestão Datamex - Dashboards / BI Logístico

Para que você consiga aproveitar as inovações logísticas e se destacar no mercado, leia gora mesmo nosso artigo que traz as Inovação em Logística: 6 melhores dicas para você implementar com sucesso na sua empresa!

transporte de cargas fracionadas

4 dicas essenciais para o transporte de cargas fracionadas

O setor de logística tem um papel estratégico para que as empresas conquistem uma posição de destaque no mercado — o seu bom funcionamento é um dos grandes responsáveis pelos níveis de satisfação dos clientes. Nesse cenário, dominar o conceito de cargas fracionadas é indispensável para uma gestão inteligente dos serviços de transporte e, consequentemente, melhorar a relação de custo-benefício dos fretes.

Então, para ajudar você a entender a prática da carga fracionada e como empregá-la de maneira correta no seu negócio, elaboramos este artigo com 4 dicas preciosas sobre esse modelo de trabalho. Continue a leitura e confira!

O que é o transporte de cargas fracionadas?

O transporte de cargas fracionadas consiste na operação logística que se encarrega do transporte de pequenas remessas. Isto é, diante da necessidade do envio de uma quantidade menor de mercadorias, a empresa tem a alternativa de embarcá-la com o custo do frete individualizado, em vez de contratar um veículo para a entrega de uma única encomenda.

Nesse caso, a transportadora reúne várias encomendas e traça uma rota inteligente a fim de otimizar os custos com a operação. Como resultado, os valores cobrados dos clientes são mais atrativos e contribuem para uma maior margem de lucro do negócio de ambos.

Como funciona o transporte de cargas fracionadas?

A ideia do transporte na modalidade de frete fracionado (LCL) é compartilhar a capacidade máxima de carga de um veículo com mercadorias de diversos clientes, com destinos em uma mesma região.

O custo de contratação do frete é mais em conta para o cliente final do que se fosse contratar um frete de uma carga completa (FCL), e a transportadora também consegue reduzir os seus gastos com a atividade.

Assim, se um contratante deseja levar suas mercadorias para São Paulo, mas elas ocupam apenas 70% de espaço do modal de transporte, o volume remanescente pode ser ocupado com produtos de diferentes empresas, otimizando a operação e melhorando a margem de lucro da transportadora.

Trata-se de uma dinâmica que facilitou bastante o fluxo logístico de produtos, sobretudo para empreendimentos do varejo e negócios de menor porte. Se for preciso o envio de um único item, isso é plenamente possível com tarifas módicas e um serviço de entrega de qualidade.

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Quais as principais dicas para quem trabalha com as cargas fracionadas?

1. Estruture o processo de acondicionamento das cargas nos veículos

A forma como os produtos são organizados nos veículos tem um papel significativo nas operações logísticas de cargas fracionadas. Nesse contexto, o planejamento ideal é não reunir cargas grandes e pequenas na mesma viagem. Isso porque, além das mercadorias pesadas demandarem mais esforços e tempo, elas ainda podem danificar as menores e mais frágeis.

Para facilitar o processo, recomenda-se que as entregas sejam organizadas de acordo com as áreas de atuação dos clientes. Por exemplo, reunir apenas os equipamentos eletrônicos, ou as bebidas e alimentos, ou os artigos de vestuário. Isso aumenta a segurança do transporte.

2. Elabore um cronograma eficiente

Uma das grandes preocupações das empresas ao contratar serviços logísticos é o cumprimento dos prazos prometidos aos consumidores. Então, considerando que na carga fracionada, por atender diversos clientes e destinos, o tempo de entrega seja mais demorado, a transportadora deve contar com um cronograma bem alinhado às suas demandas, além de estratégias e ferramentas que tragam eficiência a sua rotina.

3. Otimize as rotas de entrega

O objetivo das cargas fracionadas é facilitar a logística de entrega das empresas e, principalmente, gerar economia. Contudo, de nada adianta ter uma excelente estrutura, com os equipamentos e técnicas mais modernas, planejar o cronograma de atividades, mas não pensar no impacto que a escolha das rotas pode causar nos resultados.

Quando um veículo é carregado com produtos de rotas desconexas, naturalmente haverá:

  • maior consumo de combustível;
  • maior demora na entrega;
  • maior número de manutenções.

Enfim, além de tornar o processo mais caro, a má definição das rotas é capaz de gerar insatisfação e prejudicar a credibilidade da empresa no mercado.

4. Tenha um bom cadastro e controle de fretes feitos para cada cliente

O cadastro e o controle preciso de todos fretes feitos para os clientes que operam com cargas fracionadas permite que o gestor tenha uma estimativa do intervalo de tempo em que cada um deles realiza seus pedidos — semanalmente, de quinze em quinze dias, mensalmente, etc.

Sabendo a frequência com que utilizarão seus serviços, é possível calcular melhor os prazos de entrega e oferecer condições mais vantajosas de frete, bem como executar as atividades da transportadora com um maior grau de precisão, proporcionando uma melhor experiência para o cliente, o que contribui para a sua fidelização.

Qual a importância de um bom software para a gestão das cargas fracionadas?

Além de experiência e o uso de procedimentos já consagrados entre as boas práticas do setor logístico, o apoio das tecnologias mais modernas dentro desse segmento é fundamental para se obter um bom desempenho, excelência no atendimento e assim ganhar competitividade no mercado.

Para otimizar a gestão e as operações de transportadoras de cargas fracionadas é altamente recomendável que se invista em sistemas capazes de lidar com:

  • definição de rotas de entrega;
  • rastreamento de cargas via web;
  • gerenciamento de armazéns e centros de distribuição;
  • gestão de frotas e manutenção;
  • emissão de documentos fiscais de transporte;
  • controle de coletas e entregas, entre outras funcionalidades.

Nesse sentido, os softwares de gestão consistem em grandes aliados para que as transportadoras racionalizem os seus processos logísticos. Primeiramente porque tais sistemas integram o fluxo de informações em um único ambiente, permitido aos gestores o acompanhamento do seu negócio em tempo real.

Ademais, a comunicação interna também é potencializada e a automatização de tarefas repetitivas ajuda a reduzir os índices de falhas. Sem deixar de mencionar que os colaboradores são melhor aproveitados para ações mais importantes.

Como a Datamex pode ajudar?

A Datamex é uma empresa que desenvolve e implanta aplicações e softwares voltados para a gestão logística, sempre focada na otimização de recursos como vantagem competitiva.

Seu sistema apresenta como principais aspectos: gestão comercial, agilidade no faturamento dos fretes, controle por relatórios gerenciais, controle da rotina financeira, entre outras funcionalidades importantes para o segmento.

Com mais de 12 anos de experiência nesse mercado, a Datamex conta com uma equipe composta de profissionais altamente qualificados e os mais avançados recursos em Tecnologia da Informação para que o seu negócio alcance a excelência em gestão de transportes.

Por todo o exposto, foi possível entender o que é o transporte de cargas fracionadas e qual o seu papel nas operações logísticas de uma organização. Assim como nas cargas completas, existem desafios para se atingir uma performance satisfatória e segura, mas com a aplicação das estratégias adequadas e recursos que potencializem suas atividades, é possível conquistar os resultados desejados.

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Gestão de Frete

Gestão de frete: confira 7 etapas que podem ser automatizadas

O frete é um elemento muito impactante na decisão de compra dos clientes, fazendo com que os embarcadores busquem no mercado sempre as transportadoras que ofereçam os melhores valores de frete, aliados com um bom nível de informações atualizadas para seus clientes. Por isso é fundamental que a transportadora exerça uma boa gestão de frete para manter e expandir a sua participação no mercado. Essa atividade consiste no controle de todas as etapas de entrega de um produto. Quanto maior for a sua organização, mais competitiva será a empresa.

A automação dessa gestão é uma estratégia eficiente para otimizar os fretes, trazendo amplas vantagens para a transportadora.

A seguir, vamos explicar por que você deve automatizar as etapas da gestão de fretes e, depois, listamos as 7 etapas que podem ser melhor realizadas com ajuda de um bom sistema de gestão. Confira!

Por que automatizar os processos de gestão de frete?

Se você trabalha com transportes já sabe que a gestão dos fretes envolve um grande volume de informações, controle de prazos, comunicação constante com os motoristas e equipe de campo, entre outros fatores, tratando-se de uma atividade que exige muito tempo da equipe operacional, para ser bem feita e contentar os clientes.

Os transtornos da atividade podem ser amenizados ao usar sistemas para cuidar de boa parte da burocracia. Bons softwares são capazes de automatizar diversas tarefas e ajudar a evitar falhas humanas, como erros de cálculos dos fretes. Veja abaixo mais alguns exemplos de como a automação auxilia a gestão de frete.

Centralização das informações

Quando os principais dados relacionados com as operações da empresa são concentrados em um único sistema ocorre um ganho de velocidade já que as buscas serão mais velozes e os compartilhamentos ou verificações mais fáceis.

Além disso, se o sistema adotado for em nuvem — pode ser acessado de qualquer lugar e hora — os gestores podem conferir, editar, atualizar informações ou gerar novos fretes mais facilmente.

Redução de custos

A redução de custos e riscos para as transportadoras atinge a empresa de forma geral. As principais economias em relação aos fretes são:

  • realização de cálculos mais precisos, evitando multas por erros na emissão de documentos fiscais;
  • aumento da produtividade na gestão de fretes, reduzindo horas usadas pelo pessoal para fazê-lo;
  • comunicação mais ágil;
  • melhora na quantidade e qualidade das informações passadas aos clientes;
  • informações atualizadas para tomada de decisões no dia a dia;
  • indicação do veículo mais adequado para fazer cada frete.

Isso permite que a empresa lucre mais com os fretes ou forneça preços mais atraentes aos clientes, aumentando sua força no mercado e sua taxa de fidelização. Por essa razão o software não deve ser visto como um custo, mas um investimento com retornos a curto ou médio prazo.

Melhoria do controle sobre os processos

Como várias etapas do processo operacional e de gestão de frete serão automatizadas, o responsável poderá se concentrar em atividades mais estratégicas. Por exemplo, ele acompanhará a qualidade do trabalho oferecido pelos setores, podendo visualizar de forma ampla os prazos, ocorrência de extravios, taxas de cancelamentos, entre outros indicadores de desempenho relacionados à gestão do frete.

O gestor poderá tomar as medidas para minimizar os problemas, solucionar pontos fracos da empresa e potencializar os fortes. Além disso, se a empresa utiliza um bom Software TMS, todos os setores serão unificados em uma plataforma, permitindo que ele visualize os reflexos dos fretes em todo o negócio.

Emissor de CTe com CIOT e EDI

Quais são as 7 etapas que podem ser automatizadas na gestão de frete?

1. Cotações de Frete

Uma boa ferramenta para realizar as cotações de fretes é indispensável para agilizar o trabalho da área comercial da empresa. Nessa etapa é preciso padronizar as cotações, gerando-as com facilidade e agilidade, bem como acompanhar o seu status até a decisão final do cliente. Geralmente o problema está no controle dessas cotações, já que há um grande volume de dados envolvidos.

O software permite o cadastro, envio e controle de suas cotações de fretes. Como se não bastasse, ele ainda faz o mesmo processo com os clientes e tabelas de frete, condições de pagamento, limites de crédito e com vendedores e suas comissões.

2. Cálculos de fretes

Para calcular os fretes adequadamente e evitar prejuízos é preciso considerar diversos fatores. Alguns deles são:

Além disso, a atualização desses números deve ser comunicada o mais rápido possível para os demais setores, a fim de evitar incongruências nas contas e registros. A gestão eletrônica executa os cálculos automaticamente, reduzindo a possibilidade de erros ou esquecimentos, como também faz atualização instantânea.

3. Rateio dos valores

Fazer o rateio de valores manualmente abre margem para muitos erros, principalmente nas operações com muitos dados e itens. Isso prejudica eventuais análises e tomada de decisões futuras. Com o rateio automático, o valor do frete individual para cada produto será alocado corretamente nos documentos fiscais. Além disso, o armazenamento das informações será mais ágil e os cálculos realizados de forma instantânea.

4. Faturamento

As faturas de fretes são outros documentos que precisam de muito cuidado. Mas você pode utilizar um bom emissor de CTe, que utilizará as informações já trabalhadas para que as faturas sejam emitidas diretamente do sistema, junto com os boletos, tudo pronto para ser impresso ou enviado via e-mail ao cliente, evitando retrabalho e agilizando o recebimento.

5. Emissão de CT-e e MDF-e

A emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) será mais prática e rápida. Basta configurar o sistema com suas tabelas de preços por clientes e colocar as regras de frete que o programa calculará os fretes automaticamente. Depois de emitir o CT-e, o sistema aproveitará as informações para emitir o MDF-e em poucos segundos.

6. Gestão de despacho

Os processos de coleta, entrega e transferência entre filiais também influencia no valor dos fretes praticados. Ter que realizar os cálculos e retrabalho a cada uma dessas operações é uma burocracia que pode ser evitada com a automação da gestão de frete com um bom software de gestão para transportadoras.

7. Contrato de Frete

A automação inclui a emissão de contratos de frete (RPA) e cadastro do código identificador da operação de transportes (CIOT) de acordo com a resolução 3.658 da ANTT. Um bom sistema ainda calcula os principais tributos incidentes na contratação de serviços autônomos, como IRRF, INSS, SEST/SENAT e outros.

Há diferença entre gestão e operação?

Para evitar confusões sobre o assunto é importante que o gestor saiba diferenciar os conceitos de gestão de frete das operações logísticas. O primeiro consiste em um conjunto de ações que têm o objetivo de tornar a distribuição e circulação de mercadorias mais otimizada.

Já uma operação logística é responsável por promover recursos, informações e equipamentos para execução das atividades da transportadora. A automação da gestão trará mais economia ao necessitar de menos recursos para realizar a operação, bem como melhorará a comunicação.

Muitas etapas da gestão de frete podem ser automatizadas, o que torna o processo muito mais eficiente, mais econômico, produtivo e menos arriscado. Porém, é fundamental contar com um software que permita a automação das etapas listadas.

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